1

Sem Inglês no Currículo?

Flavia Carmo
Flavia Carmo

A muito tempo venho acompanhando o quão difícil , diria quase inatingível, são alguns processos seletivos de algumas empresas brasileiras. Basicamente é quase impossível estar "Á altura' de todas as exigências para disputar uma vaga.

A pré-seleção já é uma seleção, eu sei, e ouso dizer , pedindo perdão por antecedência a quem não está de acordo, que algumas vezes , é um pouco elitista. São testes , e mais testes , e fases , e mais fases .Ok, " E o seu inglês ? é fluente ?", rs. "Já morou , trabalhou ou e estudou fora do país?. " Ahhhh... mas essa dificuldade toda , e essas etapas intermináveis , já são um teste...", alguns diriam. "É para testar sua resiliência, e a sua motivação para conquistar a vaga oferecida". Entendi.

Mas empresas como Google , Energias de Portugal, Ambev , Brasken ,Santander , me dão esperança .Essas empresas, estão adotando em seus processos recentes de seleção para estágio , critérios baseados em políticas de inclusão e diversidade. O Google por exemplo , oferece curso intensivo na língua inglesa a seus candidatos. Na Klabin ,o programa de estágio social, elimina critérios como: idioma, idade, e até curso universitário. A Ambev , tem estágio inclusivo, o REPRESENTA, que dispensa exigência de inglês, e além disso, distribui milhares de bolsas e qualificações gratuitas. A Brasken, a algum tempo reduziu de 95% para 65% , a cobrança do nível de inglês de seus contratados. O Santander Santander Bootcamp que oferecerá 50 mil bolsas de especialização em Tecnologia da Informação com aprendizado dinâmico em uma jornada de programação online, com duração de 75 dias.

As grandes empresas buscam a inclusão socioeconômica , eliminando fatores excludentes. Investindo nos candidatos oferecendo ferramentas para a evolução profissional, tudo em busca de novos talentos.

Diversas empresas de tecnologia estrangeiras ( EUA, Europa, Ásia), têm levado profissionais de TI brasileiros, oferendo a eles cursos de normalização linguísticas ( Inglês, etc.), trabalho home office em sua terra natal ( Brasil), e salários em euro e dólares. Todas essas flexibilidades, focam no principal, o profissional e trabalho realizado.

Então sigamos nos especializando, atualizando e sobre tudo acreditando . Como plataformas como a DIO (Digital Innovation One) , em que temos acesso a cursos incríveis e de qualidade excelente . Com o setor de tecnologia , em amplo crescimento , e uma demanda cada vez maior, um dia seremos 1, nesse Um milhão de profissionais que o mercado está buscando .

fonte de informaçâo : Uol/economia, Jornal Estadão, Linkedin)

2
84

Comentários (4)

1
Flavia Carmo

Flavia Carmo

19/06/2021 17:03

Oi Thiago Oliveira,


Acho que em nossa área é realmente necessário, estou de acordo totalmente com você. O que estou tentando expor é que, é um recurso que podemos adquirir e não é difícil ,e tampouco leva muito tempo. Existem cursos específicos de inglês para a área de TI. Só acho bacana , que já não seja um fator de exclusão, e que as empresas ofereçam esse recurso gratuitamente.


1
Thiago Oliveira

Thiago Oliveira

19/06/2021 16:55

O grande problema que na nossa area as certificações sao todas em ingles, e quem ja é da area de TI sabe o quanto uma certificação é algo importante, eu fiz 2 cursos de uma ferramenta que trabalhava com BI, ambos os cursos foram online direto no EUA e a prova de certificação também foi em inglês, meio que talvez para entrar vc nao precise, mas disputar com alguém certificado também é chato.

Lembrando que o stackoverflow, hackerrank e outros sites sao todos em ingles, e você obtem ajudas mais rapido quando perguntado em ingles

1
Marcos Schilling

Marcos Schilling

19/06/2021 16:53

Show!!!

1
Leandro Carrer

Leandro Carrer

19/06/2021 16:26

Gostei do texto Flavia!

Profissional de Mkt/Saúde, em transição para área de Tecnologia. Me add no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/flavia-rezende-do-carmo-9ba379/

Brasil