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Programação Orientada a Objetos - POO

Cássio Patrizzi
Cássio Patrizzi

  - Programação Orientada a Objetos (POO)

  

  - Um pouco de abstração - 


  Um objeto pode ser algo tangível (concreto) ou abstrato (um evento, um compromisso por exemplo), algo que podemos atribuir valor: características, comportamentos e estados.

  Imagine uma classe Cidade, com uma avenida principal (método main) onde as ruas adjacentes com suas quadras (objetos), cada qual possui suas características (atributos) e métodos (virar a esquerda, virar a direita, contornar a quadra, seguir rua tal...). O acesso público, privado e protegido (modificadores de acesso), disponíveis as classe de cidadãos, de moradores das casas e dos grupos étnicos, respectivamente terão suas permissões de acordo com o relacionamento com o objeto referido. 

  É uma cidade com qualidade de vida, receptiva ou violenta (comportamento). Podemos circular livremente ou não, em dias de pandemia, Lock Down, toque de recolher (estado). As quadras por sua vez possuem casas, comércios como bares, restaurantes, lanchonetes e lojas (polimorfismo). Vemos o surgimento de novas classes que seguem os parâmetros de classes já existentes, mas com outras características, adicionais e/ou complementares (herança).

  Aí vem os responsáveis pelo planejamento (Devs), minimizando impactos, solucionando problemas, viabilizando recursos sem desperdício e deixando de lado o que é irrelevante, associando quem se compromete (abstração). A implementação desses objetos não está explicita em todos os relacionamentos entre si, favorecendo sua manutenção e a evolução do projeto (encapsulamento).  


PS: Alguns autores consideram a abstração o primeiro pilar da POO.


Quem quiser contribuir fique a vontade. Lembrando que um software não é criado por um único desenvolvedor.


Criador: Alan Kay

O projeto Smalltalk foi influenciado pela analogia de Kay baseada em princípio biológicos e algébricos. Ela idealiza entidades individuais, ou células, que se comunicam entre si pela troca de mensagens. De certa forma, a linguagem Smalltalk pode ser considerada como a mãe das linguagens orientadas a objetos.





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