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Meu primeiro contato com lógica e algoritmos

#Lógica de Programação
Wivson Machado
Wivson Machado

Não importa que idade você tenha, quando você ouve falar pela primeira vez sobre lógica de programação e algoritmos você se assusta e logo imagina que é preciso ser muito inteligente, sacar muito de matemática ou até mesmo ser Neo de Matrix. Ok, dei um spoiler da minha idade - risos.


A questão principal aqui é que nos deparamos com problemas de lógica e algoritmos o tempo todo na vida real e nem nos damos conta, pois não nos explicam dessa forma, só vamos entender de fato quando estudamos algum assunto ligado ao tema da tecnologia.


Escrevo esse artigo no dia 19/02/2021, uma sexta-feira.


Deixo datado pois esse artigo vai ser escrito no presente.


No dia de hoje, com meus 32 anos, iniciei mais um dos inúmeros cursos de programação que estou fazendo no momento e como todo curso ligado a este tema os primeiro módulos são lógica, algoritmo e pseudocódigo.


No meio de um dos vídeos do curso, o instrutor apresentou um joguinho de lógica que consiste em passar o lobo, a ovelha e o repolho para o outro lado do rio sem que o lobo coma a ovelha e a ovelha não coma o repolho.


Ao ver esse jogo, magicamente eu voltei no tempo, 19 anos atrás, no ano de 2002 na 7ª série do ensino fundamental, com exatos 13 anos de idade.


Aos 13 anos de idade, e essa é a minha primeira lembrança de ter resolvido um problema de lógica. Porque como dizem: programar não é digitar códigos, programar é resolver problemas.


Algum colega de classe chegou com um “probleminha” escrito à caneta num pedaço de papel.


Aos 13 anos eu não fazia ideia que resolver esse “probleminha” faria com que eu tivesse pensamento lógico e critico e muito menos que aos 32 anos esse “probleminha” fosse fazer parte dos meus estudos de programação.


Ali, aos 13 anos, eu encarei como uma brincadeira e um desafio pois nenhum dos colegas de classe conseguiu resolver durante o período que estávamos na escola.

Fui pra casa tentando resolver mentalmente o desafio e sempre caia em alguma contradição onde os canibais “comiam” os monges.


E tal qual hoje em dia, quando vou dormir com um código na cabeça e milagrosamente deitado, no banho ou mesmo dirigindo a solução vem, eu lá em 2002 já deitado pra dormir a solução veio na minha cabeça, levantei da cama, peguei um pedaço de papel e fui fazendo os trajetos. Bingo!


Resolvi.


Hoje eu parei meus estudos, para escrever essa boa lembrança e compartilhar, pois eu tiro uma lição pra mim da minha própria história.


Muitas vezes nos assustamos com novos desafios e isso é perfeitamente normal pois o desconhecido assusta mesmo, porém em muitas situações a gente já pode até ter vivido e conhecido aquele desafio de um forma diferente.


Aos 13 anos encarei o “probleminha” como uma brincadeira de adolescentes, aos 32 encaro o mesmo “probleminha” como material de estudo.


*Artigo originalmente publicado no Medium

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Comentários (5)

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Valdriano Santos

Valdriano Santos

21/02/2021 22:25

É isso aí!

Aprender não tem idade!

Gostei do seu texto.

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J

James Bianchi

20/02/2021 15:57

Olá Wivson Machado, muito legal isso, o mesmo joguinho também me fez lembrar de um Tio Matemático que me apresentou esse desafio a um bom tempo atrás. Tenho quase 20 anos a mais de sua idade revelada no texto acima apesar de não aparentar. Inicio mais esse desafio buscando novas oportunidades, independente da idade ! Um grande abraço e sucesso pra você !

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⚡Eros Lima

⚡Eros Lima

20/02/2021 16:25

Show de Bola Wivson, parabéns pelo relato que esta ajudando e inspirando muitos.



Esse é parecido com o algoritmo do Caixeiro Viajante!


Inclui o link do *Artigo originalmente publicado no Medium! Abrç

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Anna Santana

Anna Santana

20/02/2021 13:58

Parabéns

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Samuel Silva

Samuel Silva

20/02/2021 13:08

Parabéns amigo!

Console.log("Hello Word!")

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